Microfisioterapia no período da gestação

FISIOTERAPIA

Microfisioterapia no período da gestação

Nascida na França (Microkinesithèrapie) na década de 80 e trazida para o Brasil há alguns anos, a técnica tem se mostrado eficaz no tratamento de várias afecções das mais variadas origens que se instalam no corpo humano. Com a palpação mínima, ela estimula a autocura do organismo, localizando no corpo as agressões (cicatrizes) sofridas e reapresentando- as novamente ao corpo para que ele as reconheça e tenha novamente a oportunidade de se autocorrigir. É uma terapia complementar e não substitui outras especialidades terapêuticas. Tem apresentado excelentes resultados para problemas emocionais, funcionais dos órgãos, musculares e ósseos, entre outros. Há uma grande gama de doenças e sintomas que a Microfisioterapia trata. Ela tem se mostrado como solução para quem já passou por outros especialistas anteriormente, mas não obteve um resultado satisfatório. Os resultados são sentidos logo após a primeira sessão. De modo geral, de 1 a 3 sessões são indicadas para a melhora do sintoma. E, entre as abordagens de tratamento, temos gestação onde o bebê, ainda no útero, passa por mudanças químicas e físicas que podem ser provocadas pelas emoções vividas pela mãe. Durante a gestação, o bebê está intimamente ligado à mãe podendo sentir, somatizar e confundir o sofrimento dela com seu próprio, sentindo suas dores, inseguranças, agitações, ansiedades e cansaço. Isso porque essa assimilação dos sentimentos e das emoções da mãe são as primeiras trocas que o bebê tem com o mundo exterior. Nessa fase, a criança tem inconsciente a parte ativa do cérebro, o que a leva a registrar e perceber realidades que nós conscientemente não percebemos. É por isso que os nossos problemas começam nessa época. Tudo que a mãe passa - seja um trauma físico, químico, emocional - recente ou congênito, a criança “recebe”, “assimila” como sendo dela e gera assim bloqueios em seu organismo, altera a vitalidade de seus tecidos e órgãos. Dessa forma, os traumas que ficam inscritos no corpo da mãe normalmente ficarão também inscritos no corpo da criança. Sendo assim, a mãe passa, mesmo sem querer, seus problemas, seus traumas, desencadeando na vida do filho (seja na infância, na adolescência ou até mesmo na fase adulta) suas consequências, os sintomas, as doenças. Durante sua existência, ao se deparar com as emoções vividas no útero, o cérebro as reconhece e a partir daí a criança pode desenvolver algum sintoma ou doença. O pai também passa uma carga genética onde está contida toda informação sobre seus pais e suas descendências. A criança, então, apresenta essas duas informações genéticas.

Quando a gestante pode procurar a microfisioterapia?

A gestante pode receber o tratamento em qualquer época da gestação e ainda pode aliviar sintomas comuns nesse período, como náuseas e vômitos, impaciência, inchaço e dor nas pernas e na coluna vertebral, desmaios, azia e queimação. A Microfisioterapia busca através da palpação no corpo os locais com a diminuição do ritmo vital (que é o que causa esses problemas). Desse modo, dá o estímulo para que o corpo reconheça o que está incomodando e restaure o equilíbrio do organismo.

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Matéria Por

Katiuscia Soares Wurzius

CREFITO 49023-F | Rondonópolis

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