Parapsicologia: uma revolução no conhecimento

FISIOTERAPIA

Parapsicologia: uma revolução no conhecimento

Durante muito tempo, marginalizada do contexto da ciência oficial, a Parapsicologia escalou uma verdadeira montanha de obstáculos até ser definitivamente reconhecida. Mas apesar desse reconhecimento, ainda hoje persistem idéias errôneas a respeito do objeto e do método de estudo no que concerne à fenomenologia paranormal. O campo da pesquisa em espiritualidade e saúde compreende, três áreas de estudo diferentes que são as investigações epidemiológicas, os correspondentes espirituais de estados alterados de consciência e testes clínicos investigando os efeitos da oração à distância.

Em contraste com a pesquisa epidemiológica, esses estudos encontram muito mais resistência. A terapia holística consiste em uma visão espiritualizada sobre a existência humana e como o poder da mente pode ser benéfico ou prejudicial ao corpo e a mente. Cientificamente já é provado que a força do pensamento ajuda e muito em períodos de convalescença. Adotar uma visão mais otimista teria uma vantagem adicional para prevenir que doenças se instalem em um indivíduo com o organismo mais vulnerável.

As causas de diversas doenças e até mesmo fatalidades estariam vinculadas aos chamados “padrões negativos de pensamentos”, e a forma de combater o desenvolvimento precoce dessas patologias seria adotando uma postura de vida mais otimista, ou os chamados “padrões de pensamentos positivos”. A cura significa o restabelecimento da saúde, a volta ao estado hígido. A medicina convencional, que vê o corpo humano como uma máquina e que se utiliza dos conceitos da física clássica para instituir os tratamentos, através de cirurgias, medicamentos ou drogas químicas, acredita que pode “curar” o paciente dessa forma.

Porém, apesar de grandes avanços, não consegue realmente restabelecer a saúde ou fazer voltar ao estado hígido a maioria dos pacientes que padecem com males crônicos, doenças degenerativas e mesmo as autoimunes. Até casos de alterações emocionais acabam cronificando e deixando seus portadores dependentes de drogas, que causam efeitos colaterais deletérios. A busca da cura leva-nos a pensar que o foco está desvirtuado, pois a medicina convencional ainda age acreditando que a cura do paciente é imposta de fora para dentro, e o serviço de saúde assume a responsabilidade da saúde e da doença, onde cada vez tem-se mais pessoas doentes.

O fato de focar na doença parece levar a criar mais doença. Existem novos conceitos aplicados a saúde e a qualidade de vida quando atestam que o ser humano é capaz de criar a sua realidade. No livro “Quantum Healing” (Cura Quântica) publicado em 1989, o autor apresenta um novo modelo de saúde e bem-estar, associando os conhecimentos da física quântica com os da antiga sabedoria indiana, que dá ênfase aos sistemas energéticos do corpo. Acredita-se que a “cura quântica se afasta dos métodos da alta tecnologia e penetra nos meandros mais profundos do sistema mente/ corpo.

É nesse núcleo que ela se inicia, atingindo um ponto de união entre a mente e a matéria. O PONTO EM QUE A CONSCIÊNCIA REALMENTE COMEÇA A CAUSAR EFEITO. Para haver individualização do ser, precisamos condensar um pouco mais a energia e criar o corpo mental, no qual são idealizados os pensamentos. O cérebro no corpo físico é o executor dos pensamentos criados na mente/corpo. Pode-se dizer que o cérebro é o computador e o corpo mental é o programador. Condensando mais a energia, agora individualizada, colapsando com o corpo vital, onde estão as representações dos órgãos, do corpo físico surge também os sentimentos.

Segundo Goswami (2004) os órgãos do corpo físico são representações de matriz do corpo vital e quando ativada equivale aos movimentos de energia vital e os sentimentos são a percepção desses movimentos. Semelhante ao que acontece com os computadores, o corpo físico atua como o hardware fazendo representações de software dos campos morfogenéticos do corpo vital. Portanto a cura material, focada no corpo físico, é por meio da causação ascendente do paradigma clássico: átomos formam moléculas, que se juntam e criam tecidos, que constituem órgãos, que compõem aparelhos e sistemas, que vão formar o organismo humano.

Sendo assim o tratamento convencional, visa tratar os sintomas da doença até desaparecerem. A premissa é que a doença é causada por agentes externos ou por disfunção mecânica de algum componente ou órgão interno do corpo humano. Em contraposição, a proposta de terapias e práticas integrativas holísticas e energéticas, é ver a saúde e a cura através da saúde quântica, ou melhor, o agente de cura e o paciente podem utilizar o poder da causação descendente, que na verdade é o poder potencial de escolher a saúde e a autocura, e não a doença.

Segundo o Dr. Ben Jonhson, entrevistado no filme “O Segredo” declara: “todos nós nascemos com um programa básico instalado. Ele é chamado de” autocura” você tem um ferimento, ele desaparece sozinho; você pega uma infecção, automaticamente o sistema imunológico assume.” E a autocura envolve um número incrível de processos perfeitamente sincronizados. Por exemplo a fratura de um braço se solidifica, porque esse programa inerente ao ser humano o conserta e o mesmo acontece na cura espontânea de um câncer etc.

Provavelmente, os pacientes que têm mais sucesso são os que melhor conseguiram acessar suas passibilidades de autocura, ou responderam de forma mais eficaz às terapias estimuladoras. São os que realmente conseguiram descobrir o segredo da cura alternativa. São os que fazem de forma natural, ou até intuitiva a união entre os corpos de energia e o corpo físico, ou simplificando, a união entre a mente e o corpo Porém, nem todos conseguem levar o processo de autocura até o real restabelecimento da saúde devido as diferenças das capacidades de mobilizar seus recursos internos.

As crenças limitantes incorporadas principalmente na primeira infância estão intimamente relacionadas com a capacidade de auto cura. “A medicina moderna não consegue se igualar na reprodução dos processos de autocura, porque nenhum tratamento baseado em drogas ou cirurgias consegue precisar tão bem o prazo, ser tão maravilhosamente coordenado, tão benigno e livre de efeitos colaterais (Chopra,1989).” Ao estudar os métodos de tratamentos milenares alternativos como a Medicina Tradicional Chinesa e a Ayurvédica da Índia, e as terapias integrativas é nítido que existe uma concentração de atenção e cuidados com o corpo vital, enquanto que a Medicina Ocidental, a atenção é voltada para o corpo físico, que forma em si.

Portanto, o ideal é realmente olhar holisticamente para o paciente, incluindo o conhecimento energético do ser. Dentre as práticas integrativas, que usam a energia como base para equilibrar e harmonizar o organismo como um todo, temos o Sistema Floral, a Parapsicologia com suas regressões, a Hipnoterapia, Reiki dentre outros. São processos naturais da busca da essência do ser. O importante é entender que as informações estão no campo energético e as terapias integrativas favorece o acesso a essas informações, como se fizesse um atalho, ressignificando as crenças limitantes e de outros entraves. O autoconhecimento, traz como resposta, mudanças de atitudes, de crenças e de compreensão nas pessoas que os utilizam Para finalizar, acredito que a doença é um lembrete para mudar o nosso modo de ser e corrigir a direção da nossa jornada para a totalidade, o destino para onde a cura nos leva segundo Goswami, (2004).

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Matéria Por

NÁDIA DE QUEIROZ F. SILVA

Fisioterapeuta

CREFITO 116838 | Joinville

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